quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Modelos de convecção mantélica

  • Modelo químico 



  • Modelo físico

A convecção no manto terrestre e o movimento das placas litosféricas

A Terra produz energia no seu interior e à medida que a profundidade aumenta, a temperatura aumenta. Existem  três principais fontes de energia interna da Terra:

  1. Contracção gravitacional: aumento da contracção gravítica forçou a Terra  contraír-se, reduzindo o seu volume;
  2. Calor primitivo: a energia cinética (gerada aquando da formãção da Terra por acreção) foi convertida em calor, elevando a temperatura permitindo a fusão;
  3. Decaiamento radioactivo: os elementos radioactivos instáveis decaem para formas mais estáveis ao longo do tempo.

    Tipos de limites

    A distinção entre estes dois tipos de crusta está na diferença de densidades dos materiais que constituem cada uma delas:

    1. Crusta continental: é mais densa devido à sílica e apresenta maior percentagem de minerais félsicos;
    2. Crusta oceânica: menos densa devido à ausência de sílica e rica em minerais máficos.      
    Existem três tipos de limites de placas que estão associados a grandes actividades geológicas. Podem ser:
    • Conservativos (transformantes): as placas deslizam uma em relação à outra, não ocorrendo formação nem destruicão de crusta;
    • Convergentes (destrutivos): ocorrem quando duas placas se movem uma em direcção à outra, formando uma zona de subducção ou cadeias montanhosas;
    • Divergentes (construtivos): as duas placas deslocam-se em sentidos opostos  formando crusta ao longo do rifte.

    Paleomagnetismo

    A Terra possui um campo magnético, comportando-se como um íman. Isto deve-se ao facto de os materiais (ferro e níquel) presentes no núcleo estarem em rotação, produzindo uma corrente eléctrica.

    Teoria da Tectónica de Placas.

    A Teoria da Tectónica de Placas foi desenvolvida no final do séc. 60 e é actualmente aceite pelos cientistas.

    Segundo esta teoria, a Terra é composta por duas camadas:

    • a litosfera que inclui a crusta, o manto externo;
    • astenosfera que inclui a parte mais viscosa do manto.
    Esta teoria surgiu a partir da observação de dois fenómenos geológicos diferentes:

    • Deriva continental (Alfred Wegener);
    • Expansão dos fundos oceânicos




    A principal chave deste teoria é a existência da litosfera, constituída por placas tectónicas separadas e diferentes que flutuam na astenosfera. Nestas placas podem-se incluir a crusta oceânica e a crusta continental.

    quarta-feira, 2 de novembro de 2011

    A Teoria da Deriva dos Continentes de Wegener.

    A Teoria da Deriva continental foi proposta por Alfred Wegener em 1912. De acordo com este geologo, os continentes estiveram unidos por um único continente, a Pangea, que se fragmentou em diferentes continentes deslocando-se até às posições actuais. Wegener dizia que este movimento só era possível devido á composição granítica da crusta continental, sende menos densa do que a crusta oceânica que era constituida por basalto.

    Em 1911 Wegener inicou uma pesquisa de argumentos a favor da teoria que defendia. Numa dessas pesquisas, Wegener descubriu:

    •  grandes estruturas geológicas em diferentes continentes que pareciam ter ligação (argumento morfológico);
    •  encontrou vestígios de glaciares em continentes com clima tropical (argumento paleoclimático); 
    • existência de fósseis de plantas tropicais que se encontravam nos pólos (argumento paleontológicos);
    • rochas com a mesma idade ter-se-iam formado na mesma altura em que os continentes tinham estado juntos (argumento geológico).